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Lançamento
São João 2014 Edigar Mão Branca lança TRUVÊJO.
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Em alto nível, “Truvêjo” de Mão Branca traz canções de Guilherme Menezes e Elomar

Por Maurício Sena
Edigar Mão Branca, por sua condição de artista, ofereceu à cultura nordestina, até aqui, uma obra musical que pode seguramente ser classificada como produção do mais elevado nível, com cuidados especiais com a poesia, melodia, arranjos e companheiros de estrada como a Banda Foguete e tantos membros que com ele se apresentaram, oferecendo através do bom e indispensável forró, uma música que o eleva à categoria dos grandes. É muito mais reconhecimento do que exagero considerar que Edigar Mão Branca é um dos poucos herdeiros do Rei do Baião, o eterno Luiz Gonzaga.

Desde “Pau de Atiradeira”, de Papalo Monteiro, música com a qual foi apresentado no cenário regional, o forrozeiro dedica sua soberba capacidade criativa a apresentar suas novas canções nos Cds lançados anualmente, precedendo o período mais feliz do Nordeste, o bom e velho São João, simbólica festa da fartura e da alegria.
A popularidade dos Cds do forrozeiro não é a mesma de alguns anos atrás, no entanto, a qualidade não se perdeu. Esta certeza pode ser conferida no novo trabalho do forrozeiro, no CD “Truvêjo”, nome da quinta faixa do disco, num convite para uma boa noite de forró, acompanhado de quentão, licor, batida, biscoito, bolo e uma boa fogueira para iluminar e esquentar ainda mais festa.

A mão branca posta no ombro na capa do CD não aparenta ser casual. Tomada pelo vitiligo, aspecto que lhe deu o consagrado nome, Edigar Mão Branca parece querer revelar um pensamento, uma espécie de “reindentificação” com sua própria música, com o trabalho que o tornou súdito do Rei do Baião.
Nas 14 faixas de “Truvêjo”, disponibilizadas gratuitamente aqui no site, Edigar Mão Branca reafirma sua veia de poeta, crítico social, ambientalista e por final, forrozeiro, sem sombra de dúvidas, um dos melhores do Brasil. A primeira faixa são cinco em uma. “Fera Braba”, “Barco nágua”, que são domínio público, “Trovoada catingueira” e “Aquecimento Global”, do próprio forrozeiro e “Lambida do boi” (Teodoro e Sampaio) formam um poutpourri, com bônus de mais quatro canções, no estilo genuinamente maobranquiano.

Para ampliar o disco em 20 canções no total, outro poutpourri vem com as canções de João Silva, “Aprendi com o rei”, “Preciso do teu sorriso” e “Você já fez morada em meu sorriso”, faixa seguida de “Cavalgueiro mercenário”, uma inteligente observação bem traduzida sobre as atuais cavalgadas, onde Mão Branca constata: “Outro dia fui a uma cavalgada não vi um cavalo, não vi um vaqueiro. Só via moto e carro de som zoando, a moçada delirando e não ouvi som de vaqueiro”.
“Relâmpago e trovão”, de Pinto do Acordeon, traz o homem decidido a tudo para reconquistar sua amada, e diz: “enquanto eu sentir batendo o coração, meu bem eu te procuro, por toda a região, atravesso o mar, vou de avião, meu bem eu não suporto viver nesta solidão”.

“Esse menino” é um homenagem ao mestre Dominguinhos. “Cadê tu? Vem cá, esse menino. Será pra onde foi meu sanfoneiro? Me diz onde que tu tá meu passarinho, será que tá bem guardadim meu timoneiro” que ganha como música incidental “Isso aqui tá bom demais”, composição de Domiguinhos e Nando Cordel.
“Nas asas de um vento leve, me leve meu querubim, carrega pra longe a saudade e a felicidade traga pra mim” é o trecho de “Não é pouco não” (Flávio Leandro, Danísio Leandro e Vanvan Jorge) onde aparece o Edigar Mão Branca romântico, uma das características do forrozeiro, também conferida em “Água de Coco”.
Mão Branca surpreende mesmo nas faixas em que traz composições de Guilherme Menezes e do “Bode Velho” Elomar Figueira Mello, com as músicas “O velho índio” e “Curvas do rio”. A primeira é uma canção onde um avô lamenta ao netinho sobre aquilo que “era uma mata tão bonita” e a seguinte trata-se de um clássico do menestrel e trovador Elomar, que diz: “vou correr trecho, vou procurar uma terra pra pudê trabaiá”.

O lado ambientalista também brota na música Nanotecnologia, que “não é onça, cascável nem pelicano, é um trem chamado nano, nanotecnologia. A coisa é chique, é invenção dos “humano”, é uma coisa chamada nano, nanotecnologia”. Em seguida vem “O presidente e o lavrador”, de Léo Canhoto e Robertinho, onde o trabalhador da zona rural pede um olhar especial à gente da roça. “Vossa excelência precisa ir no interior, pegar na mão do lavrador e ver o seu rosto queimado. Aqueles calos que eles têm eu lhe asseguro, são de um trabalho duro, muito honesto e muito honrado”, diz a canção.

Em “Eu e a sanfona” o forrozeiro fala da história, da parceria, das léguas corridas e festas ao lado da velha sanfona, uma declaração de amor, cumplicidade e companheirismo. Para fechar o bom disco, Edigar Mão Branca oferece o que seria um “foreggae”, na canção “Aqui nasceu o Brasil”, com as características do país tropical que sugere festa, liberdade, representadas “em qualquer estação, chuva, calor ou frio, aqui transborda emoção, aqui nasceu o frio”.

“Truvejo” traz Edigar Mão Branca “in natura”, com todo o seu vigor de forrozeiro, de produtor e exigente artista, que tem a participação dos músicos Jussiê do Acordeon, Luciano PP, Dudu Cardoso, Rob Gow, Nuno Souza, Natália Bueno, Carla, Celminha e Kléber. Trata-se de mais uma pérola da produção forrozeira do Brasil, que pode ser conferida todos os dias, no Programa Pisada Forrozeira, às 11:00, agora em outra estação, a Rádio Clube de Vitória da Conquista.

Abaixo, a música “Truvêjo”, com Edigar Mão Branca
“truvêjo”, é um sapeco, é um alvoroço danado
É um “friviado” no salão
É um refrego, é um relaxo, é um pipoco danado
Quando lá em casa chega São João
Quando em meu Nordeste chega o São João
O sanfoneiro vira o mestre da folia
O povão da alegria
E tudo se transforma em festa
É “quadrilero”, triagueiro e zabumbeiro
No salão ou no terreiro
É que o forró se desembesta
É “quadrilero”, triagueiro e zabumbeiro
No salão ou no terreiro
E é aí que o forró se desembesta
É um “truvêjo”, é um sapeco, é um alvoroço danado
É um “friviado” no salão
É um lefrego, é um relaxo, é um pipoco danado
Quando lá em casa chega São João
Quando em meu Nordeste chega o São João
É um chiado, um resmungado, é um sufoco
Forrozeiro fica rouco
O povo bebe e namora
Se a festa esfria dê um gole ao sanfoneiro
Que o “dedin” fica ligeiro
E é aí que a sanfona chora
Pisada Forrozeira 2014
Estreou desde a última segunda-feira (31 de março) o programa radiofônico ‘Pisada Forrozeira’, comandando pelo cantor e ex-deputado federal, Edigar Mão Branca.
A atração é exibida sempre de segunda à sexta-feira, das 11h às 12h, pela Rádio Clube FM, antecedendo a Resenha Geral, com Herzem Gusmão e equipe.

No Pisada Forrozeira Mão Branca fala da agenda de shows, realiza entrevistas, conta causos e, claro, toca o tradicional arrasta-pé que o povo gosta. Vale a pena conferir.

Fonte: blogdorodrigoferraz.com.br
Pisada Forrozeira 2014
Mão Branca estreia o ‘Pisada Forrozeira’ na Rádio Clube FM.
O Forrozeiro Edigar Mão Branca estreia a temporada 2014 do seu programa radiofônico ‘Pisada Forrozeira’.
A atração é considerada uma das mais tradicionais da região e vai para o ar até o período de festas juninas.

Após passar pela rádio Transamérica, desta vez Mão Branca vai veicular a atração na Rádio Clube FM, uma das emissoras mais tradicionais do interior baiano. O ‘Pisada Forrozeira’ vai para o ar de segunda à sexta-feira, sempre às 11h, depois do Ponto de Encontro com Sindy Santos e antes da Resenha Geral com Herzem Gusmão e equipe.

Fonte: blogdorodrigoferraz.com.br
Lei de Mão Branca que regulamenta profissão do vaqueiro segue para sanção de Dilma
De autoria do ex-deputado Edigar Mão Branca (PV), a Lei que regulamenta a profissão dos vaqueiros ganhou destaque em todo o Brasil, na última semana, após aprovação no Senado Federal. A nova lei muda o status de quem lida com bois, búfalos, cavalos, mulas, cabras e ovelhas. Eles passam a ter direito a carteira de trabalho assinada e seguro de vida.

O projeto aprovado pelo Senado segue para sanção da presidente Dilma Rousseff.

Fonte: Blog do Anderson
Mão Branca comemora regularização da profissão de vaqueiro: ‘Foi uma solicitação nossa quando fui deputado’

Na última semana o Senado aprovou o projeto de lei que reconhece e regulamenta a profissão de vaqueiro. Mais de 70 profissionais, principalmente do Nordeste, acompanharam a sessão de votação no plenário da Casa.
O forrozeiro e ex-deputado federal, Edigar Mão Branca, revelou que também esteve na capital do país durante a votação.

“Foi uma solicitação nossa, quando fui parlamentar em Brasília. Acho até que demorou, porque é uma atividade importante e que valoriza o nosso Nordeste”.

O texto aprovado define o vaqueiro como profissional responsável pelo trato, manejo e condução de animais como bois, búfalos, cavalos, mulas, cabras e ovelhas. Pelo projeto, estão entre as atribuições do vaqueiro: alimentar os animais, fazer a ordenha, treinar e preparar animais para eventos culturais e socioesportivos com a garantia de que não sejam submetidos a atos de violência; e, sob a orientação de veterinários e técnicos qualificados, auxiliar com os cuidados necessários à reprodução das espécies.

Fonte: Blog do Rodrigo Ferraz
Video
A turnê de Edigar Mão Branca.
Release: Edigar Mão Branca é o nome de guerra de Edigar Evangelista dos Anjos, brasileiro, cantador, poeta, radialista e forrozeiro. Assumidamente um cabra de pé de serra, de vaquejada e tirada de leite, Edigar nasceu em 14 de janeiro de 1959, no Lodo das jegas região da Mata Fria distrito de Macarani na Bahia.... Lê mais
Memórias: As memórias de Edigae Mão Branca formam o cimento de sua obra. Das montanhas verdes do Lodo das Jegas, que já trazem em si um ar mineiro, até suas andanças pelo Brasil a dentro, tudo o que por ele foi visto e sentido exaltam-lhe a alma e o levam à criação de sua música... Lê mais
A história do forró: A maior certeza que se tem, é que o ritmo Forró nasceu no Nordeste e foi apresentado ao Sul do país por Luiz Gonzaga nos anos 40. Mas quando, onde e como ele apareceu lá no sertão ainda é, de certo modo, um mistério que vem dividindo muitos estudiosos e músicos..... Lê mais
Discografia
 
Jogo da memória
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